Hemangiomas em Bebês, Você sabe o que é?

Quando os pais têm seus bebês eles querem que tudo saia conforme o planejado, paz e sossego para o seu bebê (e com razão), porém infelizmente nem sempre é assim, as vezes o bebê nasce com alguma anomalia ou adquire e os pais nem a conhecem. Com um diagnóstico desconhecido, os papais ficam assustados. Por isso neste post falaremos sobre um quadro médico com um nome bem esquisito, a Hemangiomas em Bebês. Saiba o que é e se há riscos para a criança.

Hemangiomas em Bebês, Você sabe o que é?

Hemangiomas em Bebês, Você sabe o que é?

O que é?

O hemangioma é uma mancha que aparece na pele do bebê após algumas semanas do nascimento e tem coloração avermelhada. Os hemangiomas em recém-nascidos geralmente são do tipo plano e são considerados congênitos.
Até o primeiro ano de vida, os hemangiomas em recém-nascidos, tendem a crescer de tamanho. Conforme a criança vai crescendo pode diminuir e até desaparecer e para o alivio dos pais é uma doença sem grandes riscos para a saúde da criança. O hemangioma nada mais é que um tumor benigno e faz parte das anomalias vasculares.

E quando a criança faz mais ou menos cinco anos a probabilidade é que o hemangioma tenha desaparecido.
Os hemangioma em recém-nascidos se apresentam na pele no formato de manchas avermelhadas ou arroxeadas, com aspecto de um tumor compacto, sólido, apresentando uma pequena saliência na pele.
Além da pele, pode ser encontrado também nos órgãos internos, sendo mais comuns no fígado, rins e coluna. Nestes casos é recomendado realizar uma ressonância magnética para acompanhar o problema e confirmar o diagnóstico.

Sintomas

Este tipo de anomalia na pele, não apresenta sintomas e o diagnóstico é realizado no próprio consultório do pediatra. E normalmente se apresenta em várias partes do corpo, mas são mais acentuados na região do pescoço ou da cabeça.

Causas

As causas do surgimento do hemangioma ainda estão em estudo sendo investigadas pela ciência, mesmo sabendo que tem características genéticas e tem origem do mal funcionamento das células, ocorrendo um desequilíbrio na formação do sistema vascular nas primeiras semanas de gestação.

O que acontece é que a célula embrionária se divide antes do tempo, assim os vasos sanguíneos capilares se alastram na superfície da pele, dando características a lesão. Geralmente a lesão não se apresenta logo após o nascimento, mas se apresenta no primeiro mês após o nascimento, o quadro costuma piorar até o primeiro ano de vida e depois melhora sozinho ao longo da infância.

Estudos relatam que estes casos ficam entre três a dez crianças em cada cem. Também consta nos estudos que este tipo de tumor atinge mais meninas e os bebês prematuros.

  •  Em meninas: pelo fato de terem maior quantidade de hormônios no corpo, que possibilita com maior incidência a falha na divisão das células.
  • Quanto aos bebês prematuros: a formação vascular é interrompida pelo nascimento precoce e desta maneira o processo natural é interrompido dando oportunidade para o surgimento dos tumores de forma plana.

Há algum Riscos à Saúde da Criança?

Não há riscos para a saúde da criança por se tratar de um tumor benigno e também não há possibilidades em virar um câncer no futuro. Mas há casos, onde os hemangiomas em recém nascidos exigem cuidados especiais dependendo da localidade do mesmo.

Alguns hemangiomas, dependendo da local em que se encontra chegam a sangrar incapacitando a realização de certas atividades, outro problema é quando a lesão se dá na região dos olhos e acaba prejudicando a visão, ou na região do nariz dificultando a respiração da criança.

Tratamento de Hemangioma

O mais indicado tratamento de hemangioma é tratar o quanto antes desde o primeiro mês de vida, para que no futuro, a criança não sofra com possíveis danos que possam surgir. Geralmente no caso de lesões na fase inicial o tratamento se faz com medicações no local da lesão. Em estágios mais avançados de grande crescimento é indicado o tratamento com corticóides ou propranolol, estes medicamentos são usados geralmente para diminuir as lesões que cresceram muito e controlar outras para que fiquem inativas inibindo seu crescimento.

Se houver necessidade de um processo mais invasivo é indicado o tratamento a laser ou cirurgia. Vale ressaltar para nunca medicar a criança, e sim pedir orientação do pediatra para que ele indique um especialista para acompanhar a criança. Só o médico especializado pode analisar e diagnosticar corretamente a lesão e orientar sobre o melhor medicamento para o caso.

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